Críticas ganham eco dentro do Vasco e pressionam Maurício Souza no cargo






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Após a terceira derrota nos últimos seis jogos, o clima não está nada favorável ao trabalho de Maurício Souza no Vasco. Os protestos dos torcedores aumentaram depois do revés para o lanterna Vila Nova, neste sábado, e a pressão interna também pesa contra o treinador, que balança no cargo após oito partidas. Mas, por ora, não há indicativo de que o clube fará uma mudança no comando técnico.

O Vasco conquistou apenas cinco pontos em 18 possíveis, e a queda de rendimento preocupa. O presidente Jorge Salgado não viajou para Goiânia com a delegação, mas provavelmente sentará com o departamento de futebol na volta do elenco ao Rio para entender o que está acontecendo.

Aliados políticos de Salgado estão insatisfeitos com a campanha de Maurício Souza e entendem que a saída do comandante é a melhor opção. O clima no vestiário e no clube não é dos melhores em momento de mudanças também fora de campo: o processo de venda da SAF para a 777 Partners altera o dia a dia do Vasco, que está em constante contato com o grupo americano. A tendência é que a empresa converse com os dirigentes vascaínos sobre a pressão em cima de Maurício.

A mudança na escalação contra o Vila Nova é um fator que irritou torcida e pessoas do clube. O treinador vetou o volante Yuri Lara, um dos pilares do time na temporada, para colocar Zé Gabriel, que não era titular desde o Campeonato Carioca. A alteração surpreendeu os próprios jogadores.

Maurício Souza em Vila Nova x Vasco — Foto: Daniel Ramalho/CRVG

Maurício Souza em Vila Nova x Vasco — Foto: Daniel Ramalho/CRVG





A decisão, porém, não deve sair do presidente, que respalda o trabalho do gerente de futebol Carlos Brazil, responsável pela contratação de Maurício Souza. Jorge Salgado vai esperar uma sinalização do dirigente para definir sobre o futuro do comandante vascaíno.

Desde que Salgado assumiu a presidência do Vasco tem resistido à troca de treinadores. Recentemente, viveu pressão parecida com Zé Ricardo, que acumulou três empates nas primeiras rodadas da Série B e foi alvo de críticas externas e internas. Na ocasião, o presidente, juntamente com Carlos Brazil, blindou o técnico e teve êxito. O time acabou se encaixando e engatou sequência de bons resultados para se firmar no G-4. Zé pediu demissão e abriu caminho para a chegada de Maurício.

Vale lembrar que Maurício Souza não foi um nome unânime quando o Vasco decidiu pela sua contratação, bancada pelo gerente de futebol. A própria 777, que ainda não tem poder de decisão, se ausentou de opinar sobre a negociação, mas tinha outro favorito para o cargo: André Jardine.

O momento é de silêncio no departamento de futebol. Maurício Souza concedeu coletiva após a derrota no Serra Dourada e foi sereno em relação às críticas dos vascaínos, que voltaram a vaiar o treinador depois de protestos também na última terça-feira, no empate contra o Ituano.

– Eu já falei outras vezes, que neste momento, em que as coisas não acontecem, eu não espero outra coisa. Vou para campo e não me abalo com isso. Sei que só vai mudar se conseguirmos resultados. A torcida quer vir e apoiar. Se o resultado não vem, ela vai vaiar – afirmou Maurício.

O Vasco retorna ao Rio de Janeiro neste domingo, e o elenco se reapresenta no CT Moacyr Barbosa na segunda-feira visando o jogo contra o CRB, às 19h da próxima quinta, em São Januário. A semana promete ser de muito debate no departamento de futebol.

Fonte: ge







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