Nome de Rodrigo Caetano ganha força na 777 em caso de compra da SAF do Vasco


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Ainda há um caminho a percorrer até a venda da SAF do Vasco para a 777 Partners, mas o grupo americano começa a se mexer e vislumbra opções no mercado para formar sua estrutura fora de campo. Rodrigo Caetano é um nome visto com bons olhos e há interesse em se reunir com o dirigente. Atualmente no Atlético-MG, o diretor-executivo tem contrato até dezembro com o clube mineiro.

A ideia é embrionária e ainda não houve conversas. Ao mercado, no entanto, a 777 Partners sinalizou o interesse no dirigente e ouviu boas referências. Há um entendimento que o mercado do futebol brasileiro é peculiar e seria importante alguém com experiência no cenário. A situação, porém, é difícil. Rodrigo está à frente de um projeto vitorioso no Atlético-MG, atual campeão brasileiro e da Copa do Brasil, e dificilmente trocaria de clube antes do fim do ano. Além disso, Rodrigo é cotado para trabalhar na CBF após a Copa do Mundo.

Rodrigo Caetano tem contrato com Atlético-MG até dezembro — Foto: Pedro Souza/Atlético-MG

Rodrigo Caetano tem contrato com Atlético-MG até dezembro — Foto: Pedro Souza/Atlético-MG

Caso o interesse da 777 avance, a ideia é ter o dirigente à frente do futebol de imediato, caso o grupo conclua a compra de 70% do futebol do Vasco. A expectativa é que entre junho e julho os sócios decidam sobre a oferta. Há multa caso ele saia de Belo Horizonte antes de dezembro. A 777 está ciente da situação.

O interesse em Rodrigo Caetano não significa necessariamente a saída dos atuais dirigentes. Atualmente, o departamento de futebol é comandado por Carlos Brazil. O gerente-executivo tem bom relacionamento com pessoas da 777 Partners, mantém constante contato com Johannes Spors e Sebastian Arenz, respectivamente diretor de futebol e head scout do Genoa, clube italiano que pertence ao grupo americano. Brazil, no entanto, falou recentemente sobre a possibilidade de mudanças no futebol com a provável venda para a 777.

Em entrevista ao Podcast Ge Vasco, nesta semana, Brazil disse tratar com naturalidade o processo de transição e afirmou que não se incomodaria de mudar de função, caso fosse essa a decisão dos futuros donos do futebol vascaíno.

Fonte: Ge


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