Cauã vive romance em curta com musa de 80 anos


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Helena Ignez e Cauã Reymond em "Helena de Guaratiba" — Foto: Divulgação/Lis Kogan

Helena Ignez e Cauã Reymond em “Helena de Guaratiba” — Foto: Divulgação/Lis Kogan

Uma mulher de 80 anos que se envolve com um pescador e juntos vivem uma linda história de amor. Essa é a trama principal do curta “Helena de Guaratiba”, da diretora Karen Black, que traz Cauã Reymond como o pescador Alexandre e a musa do Cinema Novo e Marginal, Helena Ignez, como a protagonista que dá nome a obra.

O filme é inspirado na mítica Helena de Troia , considerada a mais bela das mulheres, a escolhida de Afrodite, a deusa grega do amor, da beleza e da sexualidade. Raptada do seu palácio em Esparta pelo príncipe Páris, Helena passou a história como adúltera e a responsável pela Guerra de Troia. Traumatizada, hoje, aos 80 anos, ela refugia-se à beira mar junto a uma comunidade de pescadores, no Rio de Janeiro.

A história se passa nos bairros de Barra de Guaratiba e Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. Para viver o romance, Helena e Alexandre enfrentarão preconceitos e a ira dos vizinhos.

Cauã, fã do trabalho de Helena Ignez há tempos, disse que ter a chance de contracenar com ela foi o fator decisório para a sua participação nesse projeto.

“Uma das mensagens do filme é de que não existem limites nem barreiras para as relações afetivas, sejam elas de idade ou classe social”, avalia o ator.

 

Cauã vive o pescador Alexandre que se apaixona por Helena — Foto: Divulgação/Alessandra Castañeda

Cauã vive o pescador Alexandre que se apaixona por Helena — Foto: Divulgação/Alessandra Castañeda

Atuar com Helena foi uma honra, diz ele: “Me sinto honrado por contar essa história ao lado da Helena e de uma turma que tem o cinema nacional no sangue. Foi um prazer estar com eles nesse projeto. No final, fica a sensação de que fazer projetos de baixo orçamento como este é importantíssimo para a movimentação do nosso audiovisual e do nosso cenário artístico.”

Além do talento e beleza de Cauã, o que chamou a atenção de Helena foi o astral do ator:

“Cauã é muito gente boa! Me impressionou. Ao lado da sua criatividade e competência, notei um coração gigantesco. Ele vai longe, no sentido de uma vida plena.”

 

A diretora Karen Black numa cena entre Cauã e Helena  — Foto: Divulgação/Lis Kogan

A diretora Karen Black numa cena entre Cauã e Helena — Foto: Divulgação/Lis Kogan

Helena Ignez se sentiu presenteada com a personagem: “É um prêmio ter esse trabalho com 80 anos, com o Cauã de 40, em um par romântico, vamos dizer assim. Romântico, mas trágico, que Karen transforma em um final feliz.”

A diretora Karen Back, curadora de cinema e roteirista da TV Globo, disse que sempre se perguntou como teria sido a velhice de Helena de Troia, considerada a mais bela das mulheres. Com seu filme, ela quis inverter a máxima do homem velho com uma mulher jovem.

“Por que as mulheres velhas não podem amar e serem amadas por qualquer um? É mais um limite, um preconceito imposto às mulheres. O filme é uma grande homenagem à Helena Ignez e poder ter o Cauã no elenco foi um grande privilégio. Além de excelente ator, ele também carrega o estigma da beleza, o que deixa a história do curta ainda mais forte. Os dois fizeram um casal realmente lindo!”.

 

Helena Ignez, Cauã Reymond e Karen Black — Foto: Divulgação

Helena Ignez, Cauã Reymond e Karen Black — Foto: Divulgação

O filme foi contemplado no Edital de Retomada do Audiovisual Carioca da RioFilme 2021 e conta também no elenco com Wilson Rabelo como Sebastião, o líder da comunidade de pescadores; Rose Abdallah, a Rainha Hécuba, e Djin Sganzerla, a deusa Afrodite.

Fonte: Gshow


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