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Sem risada, Cangá foca no Vasco e deixa turismo no Rio para depois: “Ainda não conheci a cidade”


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Um dos escolhidos pela assessoria do Vasco para falar com jornalistas nesta segunda-feira, dia seguinte a vitória por 3 a 1 sobre o Madureira em que foi titular, Luis Cangá entrou na sala de imprensa pouco depois das 17h, respondeu as perguntas sem esboçar sorriso e voltou para dar sequência ao treinamento. Aos 26 anos, o zagueiro equatoriano de perfil sério garante estar “100% focado no Vasco”.

Ele ainda sequer conheceu a cidade do Rio de Janeiro, para que se tenha ideia. Com contrato válido até 31 de março, Cangá completa um mês morando no Rio no próximo sábado e, durante esse tempo, está morando num condomínio na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, a 15 minutos de carro da praia.

Mas sua rotina tem se resumido a treino, casa e jogo.

– Por agora, ainda não conheci a cidade. Estou focado em treinar, em me preparar ao máximo para o que vier. Agora o meu projeto é o Vasco. Depois, quando tiver um pouco mais de tempo, vou tentar conhecer. Mas, além disso, gosto de ficar em casa, descansar para estar 100% focado no Vasco – afirma ele, antes de completar:

“Zero turismo por agora”.

 

Luis Cangá, zagueiro do Vasco, em entrevista — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Luis Cangá, zagueiro do Vasco, em entrevista — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Deu para ver a mesma seriedade em campo no domingo, partida que marcou a estreia de Luis Cangá com a camisa do Vasco. Contra o Madureira, o equatoriano atuou ao lado de Anderson Conceição e Ulisses numa linha de três zagueiros, procurou fazer o simples e teve bom desempenho, com um desarme e 10 passes completos. Para completar o checklist da figura do zagueiro-zagueiro, faltaram só a camisa para dentro do calcão e a chuteira preta – Cangá calçou azul no Conselheiro Galvão.

Depois do jogo, o zagueiro foi elogiado pelo técnico Zé Ricardo justamente por uma atuação em que não inventou.

– Sobre o Luís Cangá, foi uma boa estreia. Jogou de maneira simples, foi eficiente no que pedimos para ele. Fez a cobertura dos laterais, quando precisou usou a bola longa, e nos confrontos individuais também foi muito bem. Ele não atuava desde novembro, teve Covid no início da temporada, se recuperou e conseguiu mostrar boas qualidades – elogiou o treinador.

– Me sinto bem, me senti contente pelo momento, pela estreia, pela vitória e pelo grupo. Estamos trabalhando muito e merecemos essa vitória. Estou contente de estar aqui e com o Vasco ganhando os jogos – disse Cangá, por sua vez, aos jornalistas.

Língua? Contrato? Seleção?

 

Cangá é uma metralhadora de espanhol. Fala baixo e ligeiro, o que dificulta o entendimento de algumas palavras. Para facilitar a compreensão, houve o entendimento prévio com a assessoria de imprensa do Vasco para que ele concedesse a entrevista sem máscara, enquanto todos os outros presentes na sala mantiveram a proteção no rosto.

No elenco, ele naturalmente se entende com o paraguaio Matías Galarza e com seu conterrâneo Jho Sánchez, que também é do Equador. Mas ele garante que a língua não é problema.

– No futebol, em qualquer lugar a nível mundial, você se comunica. Estou aprendendo aos poucos o português, entendo um pouco mais do que falo, mas isso é importante. Estou em um bom caminho, espero aprender mais para que seja mais fácil para todos – diz.

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Com um contrato até o fim de março, Cangá tem menos de dois meses para mostrar serviço ao técnico Zé Ricardo. Mas isso não o preocupa.

– Só penso em desfrutar desse período e vamos ver o que acontece. Estou contente por estar aqui – resume ele, que se apresentou ao Vasco uma semana depois do restante do grupo porque contraiu Covid-19 quando ainda estava em Guayaquil.

– Por causa da Covid eu não pude estar a princípio com meus companheiros, mas são coisas da vida, não dependem de mim. Agora estou trabalhando, me sinto bem. Há sempre coisas para melhorar e, com o trabalho, vamos melhorar – completa.

Luis Cangá, zagueiro do Vasco, em ação contra o Madureira — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Luis Cangá, zagueiro do Vasco, em ação contra o Madureira — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Com três jogos pela seleção principal do Equador, um deles inclusive num amistoso contra o Brasil, o zagueiro foi perguntado sobre a possibilidade de voltar a defender seu país. E respondeu (sério, como de costume):

– Não estou pensando nisso, penso só no Vasco e em estar bem no Vasco.

Fonte: Ge

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