Madureira x Vasco: Entenda por que Gabriel Pec pode ser considerado ‘sobrevivente’ na Colina


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A transição do jogador formado na base do Vasco para o elenco profissional pode ser penosa como a passagem por um corredor polonês. Nem todos aguentam as pancadas pelo caminho: elenco principal enfraquecido, com poucos jogadores que sirvam de escudo e referência, torcida impaciente, atrasos salariais constantes.

Neste sentido, só de ter feito a travessia, Gabriel Pec já pode ser considerado um sobrevivente. Entra na quarta temporada como titular e com desempenho, se não brilhante, de quem passou da fase de sentir a pressão. Neste domingo, às 15h30, contra o Madureira, em Conselheiro Galvão, será arma ofensiva do Vasco mais uma vez.

A idade, 20 anos, ainda é pouca, mas os sinais de maturação vieram antes de outros de sua geração. Vinícius, também atacante, subiu e desceu de volta ao sub-20. Caio Lopes, meia, era tido internamente como jogador pouco desenvolvido fisicamente para jogar no profissional. Saiu ao fim do contrato com o clube.

Já Gabriel Pec, não. O atacante agradou em termos de intensidade, com evolução física que ficou mais clara em 2021, quando foi o jogador que mais atuou, 52 partidas. Outro contemporâneo, Bruno Gomes, trocou o Vasco pelo Internacional após cair em desgraça com a torcida. O vascaíno mais exigente não morre de amores por Pec, mas reconhece seus esforços em campo.

Sobrevivente da pior fase da história do Vasco, o camisa 11 avança para, quem sabe, ajudar na retomada do time a partir de 2022.

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