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Bruno Gomes pede rescisão de contrato na Justiça e cobra pagamento de R$ 2 milhões do Vasco


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O volante Bruno Gomes decidiu processar o Vasco. Em ação judicial distribuída para a 45ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, na última sexta-feira, o jogador pediu a rescisão do contrato e o pagamento de pouco mais de R$ 2 milhões que julga ter direito.

Cria da base e titular nas últimas temporadas, Bruno Gomes treina separado do elenco vascaíno desde o começo do mês. Ele pediu para deixar o clube e chegou a negociar transferência ao Internacional, time de Porto Alegre, algo que não teve sucesso.

Bruno Gomes é cria da base do Vasco — Foto: Rafael Ribeiro/Vasco

Bruno Gomes é cria da base do Vasco — Foto: Rafael Ribeiro/Vasco

A informação do processo judicial foi revelada inicialmente pelo perfil Arena Cruzmaltina.

– É um jogador muito importante para nós. Considero ele um dos melhores jogadores da posição na idade que tem. Mas é um menino que ficou um pouco assustado com tudo o que aconteceu no ano passado. Conversei com ele. Ele tem o desejo de sair do clube. A gente respeita. Ele tem consciência que a saída dele tem que ser algo benéfico para o clube. Não há nenhuma negociação em andamento agora. Havia uma possibilidade de empréstimo, mas não sei se vai acontecer. Temos a esperança que uma reflexão dele faça o Bruno mudar de ideia e queira permanecer. Como ele tem o desejo de sair, o Zé precisa contar com jogadores que queiram de fato estar no Vasco. Por isso ele está treinando separado. No momento que ele virar a chave e dizer que quer ficar no Vasco, ele pode ser reintegrado – comentou o dirigente Carlos Brazil, na semana passada.

Nesta quarta-feira, a juíza Claudia de Abreu de Lima Pisco deu prazo de 48 horas para o Vasco se manifestar no processo sobre o pedido de rescisão de contrato – o clube, aliás, já tem conhecimento do caso e o trata internamente. Ainda não há sentença sobre o caso.

A defesa de Bruno Gomes alega que o seu cliente não recebeu nenhum mês de FGTS desde que renovou o contrato, o que ocorreu em 20 de julho de 2020. Esse é o principal argumento para encerrar o vínculo. Segundo relatado, estão em aberto ainda salários, 13º e férias. Há pedido ainda de pagamento da cláusula compensatória prevista no contrato.

Fonte: Ge

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