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Cuca minimiza gritos de “campeão” de parte da torcida do Atlético-MG e não descarta promessa de Telê


Após a vitória sobre o Juventude, alguns torcedores soltaram o grito de campeão. Mas Cuca não perde o foco. Comparou a uma corrida de automobilismo a reta final do Atlético-MG no Campeonato Brasileiro. O time está na última volta, com boa vantagem, mas ainda não recebeu a “bandeirada” final.

– O grito de campeão teve um pouco (da torcida), ainda não foi o Mineirão inteiro. Quem quer gritar, pode gritar. É o que eu falo, eu não não sou campeão ainda, a gente não é campeão ainda. Mesma coisa numa corrida de Fórmula 1. Você está na última volta e está na frente, com uma distância boa.

“Mas não acabou a corrida, você só vai ser campeão quando der a bandeirada, atingir o número de pontos que o segundo colocado não atinja. Tomara que venha logo, e aí a gente possa gritar campeão.”

 

Cuca durante partida do Atlético-MG diante do Juventude — Foto: Fernando Moreno/AGIF

Cuca durante partida do Atlético-MG diante do Juventude — Foto: Fernando Moreno/AGIF

O Atlético chegou a 74 pontos. Nas contas iniciais de Cuca, se o time conquistar 76 dificilmente será alcançado pelo Flamengo, rival na disputa pela taça. Na próxima rodada, na terça-feira, o Galo encara o Palmeiras em São Paulo.

Telê Santana

Na coletiva após a vitória sobre o Juventude, Cuca foi questionado sobre a promessa feita por Telê Santana em 1971, quando o Atlético foi campeão. O técnico do título alvinegro prometeu caminhar de Belo Horizonte até uma capela em Congonhas. Porém, o trajeto era complicado e o treinador acabou pegando uma carona faltando alguns quilômetros.

Cuca não descartou completar a caminhada de Telê, assim que o Atlético confirmar a conquista do Brasileiro. Mas ponderou que será preciso autorização da família do histórico técnico do Galo.

“Claro que eu cumpriria. Eu tenho que pedir permissão para a família do Telê. Eu não posso fazer isso por conta minha e, de repente, magoar as pessoas. A gente tem que entender o sentimento das pessoas.”

 

– Se o pessoal achar que isso vai ser legal, em memória e por necessidade que a gente tem, pela fé que a gente tem, cara, vou sim, e vou escondido de vocês para não fazer propaganda, vou lá pagar essa promessa a hora que der. Vamos combinar aqui com a família do Telê. Se for do acordo de todos, vou fazer com o maior prazer.

Fonte: ge

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