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Marcelo Cabo: “O mais importante era a classificação”


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Marcelo Cabo enxergou erros e virtudes do Vasco no empate com a Caldense por 1 a 1, nesta quinta-feira, em Poços de Caldas. Apesar da dificuldade com o gramado, o jogo físico e a pressão no final do adversário, o treinador exaltou a entrega dos jogadores, a tentativa de estabelecer uma nova forma de jogar e principalmente a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil.

Marquinhos Gabriel, que pela primeira vez começou como titular, abriu o placar. Bruno Oliveira empatou. Se no primeiro tempo o time carioca controlou a partida, foi dominado na etapa complementar.

Marcelo Cabo observa jogo do Vasco contra a Caldense — Foto: Rafael Ribeiro/Vasco

Marcelo Cabo observa jogo do Vasco contra a Caldense — Foto: Rafael Ribeiro/Vasco

– Fizemos um bom primeiro tempo, conseguimos até colocar um pouco da nossa ideia do jogo, porém, a grande dificuldade foi o piso do gramado. Isso dificultou a característica da nossa equipe, o jogo apoiado e que bota a bola no chão. Ficou um jogo muito competitivo, muito corporal, de segunda bola. Minha equipe não era um time de imposição física, essa foi a principal dificuldade. Pegamos uma equipe invicta. Sabíamos que íamos pegar uma equipe que criaria muita dificuldade, talvez o mais difícil, mas o mais importante era a classificação. Tivemos bom momento técnico, de boa competitividade. O jogo ficou muito de segunda bola, muito aéreo, e isso nos prejudicou um pouco – disse, para completar:

– Acho que as finalizações da Caldense foram muito de fora da área, cruzamentos também computaram como finalização. Tivemos 60% de posse de bola no primeiro tempo, tive que mexer por questão física. Zeca e Marquinhos não iam conseguir jogar o jogo todo, o jogo estava muito truncado para o Pec. Era normal que a Caldense saísse para buscar a classificação, mas acho que o momento era de conseguir a classificação.

O Vasco volta a campo no domingo, quando faz o clássico com o Botafogo, às 18h, em São Januário, pela quarta rodada do Carioca. Na segunda fase da Copa do Brasil, enfrentará o Tombense.

Mais respostas de Marcelo Cabo

 

Léo Matos, Cano e Castan

Realmente a gente optou por essa viagem de ônibus porque teríamos um período de recuperação muito bom na quarta. Fiquei muito satisfeito com o Marquinhos. Tanto o Léo quanto o Cano tinham um tempo para poder atuar, me entregue pelo departamento físico e fisiológico. Léo fez quatro sessões de treinamentos, Cano só poderia jogar 15 ou 20 minutos. Precisávamos dar ritmo. O Cano mal saiu da transição e se colocou à disposição. O Léo saiu da Covid e se colocou à disposição. Castan precisava de um período maior e se colocou à disposição. Preciso ressaltar esses três profissionais, que, mesmo sem as condições, se entregaram. Estamos formando um grupo comprometido com o Vasco nessa temporada. Eles não estavam na melhor condição.

MT e base em campo

Não só o Mt, mas todos que alçamos do sub-20 estão evoluindo junto com a equipe, estão ganhando rodagem. Quando sentamos para conversar, falei que queria abraçar a transição da base para a profissional. Gosto de trabalhar com jovens. Claro que é importante a chegada de Ernando, Zeca, Marquinhos, Castan e Cano. MT é um jogador muito bom jogando de meia-atacante, mas hoje vimos que podemos ganhar um bom lateral. Ao longo do futebol, alguns jogadores foram deslocados para a lateral e chegaram à Seleção. Hoje ele teve muita ação num plano tático de ele vir construindo por dentro com o Talles. Menino que vem crescendo como o Lucão, como o Pec. O Ricardo fez partida impecável, apesar de não ter feito uma partida tão boa na anterior.

Pensa em utilizar MT mais à frente?

A gente vem trabalhando taticamente na medida do possível, mas estamos aproveitando todas as sessões de treino para fazer ajustes. Gosto que minha equipe crie essas oportunidades pelas pontas. Vamos evoluir nesse sentido. Gostei muito das alternativas e variações que tivemos no primeiro tempo. Falta um melhor acabamento e uma melhor finalização. Mais uma vez a gente sabia que a queda de rendimento seria grande porque tínhamos estreias. O MT vai me dar a alternativa de jogar de lateral, por dentro, como extremo e como segundo volante.

Paralisação do futebol por conta da Covid-19

Momento muito crítico principalmente no Brasil como um todo. Ficamos muito preocupados com a pandemia. O Vasco respeita as leis. A gente vai jogar e se preparar. Viajar de ônibus tem a ver com a questão do protocolo, de não fazer conexão. Estamos preservando isso. A gente respeita muito as autoridades sanitárias, mas hoje a determinação foi jogar pela Copa do Brasil. No domingo, temos outro jogo.

Cano, Léo Matos e Castan jogam no domingo contra o Botafogo?

Cano, Léo e Castan vai haver uma progressão de minutagem com eles. Vamos fazer uma reunião e mensurar para que não haja lesões. Hoje foi uma força-tarefa, a gente tratou como extraordinário. A gente precisava muito da classificação.

Vasco acuado no segundo tempo

Depois dos 20, 25 minutos, a Caldense se atirou bem, estavam trabalhando muito a segunda bola e a bola diagonal. Quando eles perdiam e pressionavam a bola, a gente perdia pela irregularidade. Teríamos que usar a bola longa. Há o mérito da Caldense de encaixar a segunda bola. Tentamos alguns artifícios de substituição para não sermos pressionados. Acho que foi muito mais pela fadiga, temos 15 dias de trabalho. É muito pouco para estar na plenitude física, técnica e tática. Ficou um jogo muito de ligação direta e segunda bola.

Posicionamento de Talles

Eu acho que contra o Nova Iguaçu o Talles fez boa partida, teve mais mobilidade, cabeceou e finalizou. Não quero o Talles finalizado pelo lado esquerdo. Quero vê-lo criando profundidade. Hoje, acho que pelo encaixe de marcação do rival, ele teve alternância boa. Acho que o primeiro tempo dele com o MT foi bom, no segundo houve uma queda sim. Num 4-4-2, posso usá-lo como um segundo atacante ou como um 9. Tivemos que enfatizar a primeira semana na parte física e agora estamos pensando na parte tática.

Por que Tiago Reis e não o Laranjeira?

Pela característica do jogo que faríamos squi, conheço o campo da Caldense. É mais a característica do Tiago do que a do Laranjeira. Precisávamos de um jogador melhor na primeira área, de mais pivô e com boa presença de área. Ele competiu bem, teve duas boas oportunidades. No segundo tempo, ele caiu, não entregou o que entrou no primeiro tempo, mas foi uma escolha diante da característica do adversário. Campo em que a bola não tem velocidade, a bola fica muito viva.

Fonte: GE
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