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FFERJ prevê torcida nos estádios no Estadual 2021


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O regulamento do Campeonato Carioca de 2021 tem uma previsão de venda de ingressos em seu texto o que significaria a volta do público aos estádios. Há um plano da Ferj (Federação do Rio de Janeiro) de convencer autoridades municipais e estaduais de ter torcida nos jogos, embora isso esteja vetado no momento.

Além disso, as regras do campeonato mantêm as punições por uso de jogadores reservas, como informado primeiro pelo “Globo Esporte”. Esse tipo de sanção existia anteriormente prevista no contrato com a Globo do Carioca que era vigente até o ano passado. Foi mantida a sanção de forma mais branda agora que o Estadual com novos parceiros como canais de ppv e a Record.

O regulamento do Carioca foi aprovado e ratificado pelos 16 clubes, incluindo os quatro grandes, Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo. Houve um arbitral no final de dezembro para aprovar as regras.

O regulamento trata da venda das regras para vendas de ingressos nos artigos de número de 24 e 27, dando ao time mandante o direito de comercialização. No artigo 28, a Ferj faz a ressalta que não haverá torcidas “caso as autoridades governamentais vedem integral ou parcialmente a presença de público nos estádios em decorrência da pandemia da Covid-19 ou outra razão, as deliberações do Protocolo Jogo Seguro deverão prevalecer”. Esse protocolo não prevê torcida.

A Ferj elabora um plano para volta de um percentual entre 25% e 30% do público nos estádios desde outubro, segundo apurou o blog. O plano seria, por exemplo, ter 19 mil pessoas no Maracanã. Esses seriam espalhados em todo o estádio.

Será da Ferj o plano de tentar aprovar junto às autoridades uma permissão de público. Há uma avaliação entre dirigentes que a liberação de 5 mil convidados para a final da Libertadores pela Conmebol gerou uma abertura para volta do público. Apesar disso, a operação foi vista como mal feito por juntar todos em um setor e gerar aglomeração.



A prefeitura e o governo do Rio aprovaram a presença de convidados na final da Libertadores, como exceção à vedação em meio à pandemia de coronavírus. Houve um decreto do município que abriria brecha para volta de venda de ingressos, mas o prefeito do Rio, Eduardo Paes, a revogou em seguida. Ao lado de São Paulo, o Rio é a cidade com mais mortes por coronavírus.

Além da questão do público, o regulamento do Carioca prevê uma multa no valor da cota fixa de televisão pelo uso de um time que não seja o principal após a 3a rodada da Taça Guanabara. Não se explica o que é time principal.

“Art. 41 – A associação que, sem justo motivo, assim reconhecido pelo DCO da FERJ, após a 3ª Rodada da Taça Guanabara, deixar de utilizar sua equipe considerada principal, perderá o valor correspondente a totalidade de sua cota fixa de direito de transmissão e, caso já as tenha recebido ou não faça jus, pagará uma multa equivalente a esse valor, que será revertida em benefício dos demais clubes participantes do campeonato.”

Embora não estivesse em regulamento, a vedação do uso de reservas já existia em todos os anos anteriores por meio do contrato de direitos de TV da Globo. Pela redação do contrato, os clubes se comprometem a disputar todo o Carioca com seus elencos principais, salvo unicamente na hipótese de ausência justificada do ponto de vista esportivo ou de força maior”. A pena era uma multa de R$ 500 mil.

O Flamengo, que não tinha contato com a Globo, usou reservas no início da competição. O Vasco também fez uso de escalações alternativas. Não houve punição a nenhum time.

Fonte: Coluna Rodrigo Mattos – UOL
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