Zema diz que doses que chegam a Minas Gerais são suficientes para imunizar público-alvo da 1ª fase da campanha



Enfermeira do Hospital das Clínicas (HC) exibe ampola da Coronavac, vacina produzida pelo Instituto Butantan, em parceria com o laboratório chinês Sinovac. — Foto: Divulgação/GESP

Enfermeira do Hospital das Clínicas (HC) exibe ampola da Coronavac, vacina produzida pelo Instituto Butantan, em parceria com o laboratório chinês Sinovac. — Foto: Divulgação/GESP

O governador Romeu Zema (Novo) confirmou, em entrevista exclusiva à rádio CBN, nesta segunda-feira (18), que as 577 mil doses da vacina CoronaVac serão suficientes para imunizar o público-alvo da fase 1 da campanha de vacinação em Minas Gerais.

Segundo ele, esse público-alvo é de 275.088 pessoas no estado.

“Quero lembrar que, já neste próximo fim de semana, uma segunda leva estará saindo. Essas 6 milhões de doses são o pontapé inicial. Mais 4 milhões de doses sairão de São Paulo neste fim de semana, as doses serão suficientes”, disse ele.

Veja a seguir quais são os grupos prioritários para receber a vacina:

1ª fase

  • Trabalhadores da área da saúde (na linha de frente do combate à Covid-19)
  • Pessoas com 75 anos ou mais
  • Pessoas com 60 anos ou mais que estão em asilos
  • População indígena aldeada em terras demarcadas
  • Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas

2ª fase


  • Pessoas com idades entre 60 anos a 74 anos

3ª fase

  • Pessoas com comorbidades

Próximas fases – ainda sem definição de ordem

  • Professores do nível básico ao superior
  • Quilombolas
  • Trabalhadores do transporte coletivo
  • Profissionais de forças de segurança e salvamento
  • Funcionários do sistema prisional
  • População privada de liberdade
  • Pessoas em situação de rua

Polêmica

O governador mineiro se posicionou em favor de João Dória (PSDB) quando questionado se o governador paulista poderia ter iniciado a vacinação no domingo (17).

Zema considera que Doria “capitaneou esse movimento e colocou o Butantan à disposição do Brasil”. Na visão do governador de Minas, “é necessário somar forças, e não ficar criticando ações isoladas“.

Romeu Zema disse ainda que São Paulo teve acesso às doses primeiro por uma questão de logística, assim como vai acontecer com outras localidades que têm mais fácil acesso ao estado, como, por exemplo, Goiás.

Fonte: G1

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