Diretor executivo: Nomes de Antônio Lopes e Ricardo Rocha ganham força nos corredores de São Januário




Alexandre Campello acumula vice-presidência de futebol e só tem ao seu lado o coordenador técnico PC Gusmão

Após encontrar dificuldades com os primeiros nomes que foram levantados, como Jorge Jesus, Dorival Júnior, Diego Aguirre e Dunga, o Vasco adota a cautela na escolha de seu novo treinador. A diretoria tem ciência de que o tiro precisa ser certeiro em função da situação delicada que a equipe já se encontra no Campeonato Brasileiro e a popularidade dos nomes especulados têm influenciado nas diretrizes dos dirigentes. Vanderlei Luxemburgo, por exemplo, possui forte lobby, mas esbarra em certa rejeição.

Enquanto isso, o técnico Marcos Valadares, do sub-20, segue comandando o time de maneira interina, algo que pode se arrastar até a parada para a Copa América, que se dará após a rodada do dia 13 de maio.



No caso da direção executiva, os nomes de Antônio Lopes e Ricardo Rocha ganham força nos corredores de São Januário. Rodrigo Caetano, hoje no Internacional, é tido como um “sonho”, já que o dirigente se encontra estabilizado no clube gaúcho e com um salário muito acima do que o Vasco pagava para Alexandre Faria.

Lopes, no entanto, garante ainda não ter sido contatado pela diretoria cruzmaltina.

“Por enquanto ninguém me procurou. Só fiquei sabendo pelas especulações na imprensa”, declarou ao UOL Esporte o profissional, que como treinador foi campeão da Libertadores com o Vasco em 1998.

Fonte: UOL


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