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Pai defende Jô: ‘Não vi nada de irregular’


Jô comemorou gol na vitória corintiana sobre o Vasco (Foto: Ale Frata/Código 19/Estadão Conteúdo)

Os pais de Jô, Dario e Tânia, defenderam o filho da polêmica do gol de braço marcado na vitória do Corinthians sobre o Vasco por 1 a 0, domingo, em Itaquera, pelo Campeonato Brasileiro.



“A bola bateu nele, foi o que eu vi. Ele não tinha a intenção de colocar a mão. Eu defendo a ideia que ele falou após o jogo, que se jogou e a bola pegou um pouco no ombro”, disse em entrevista ao Portal da Band. “Na hora eu estava no estádio, depois vi várias vezes o teipe (vídeo) e não vi nada de irregular”, destacou.

A mesma opinião tem Tânia. “Se o juiz deu, valeu”, comentou. “Quando aconteceu a jogada, a bola já tinha ultrapassado e estava dentro do gol”, ressaltou ela, que não foi ao estádio alvinegro, já que está se recuperando de um problema em sua perna, mas acompanhou o jogo pela televisão.


Dario lembrou ainda que se tivesse algo de errado no gol, o árbitro anularia. “O árbitro auxiliar estava do lado do Jô. Não é possível que ele não viu. Se tivesse algo errado o árbitro anularia o gol”, destacou.

Ele também lembrou que no jogo contra os vascaínos teve dois lances favoráveis ao Timão que não foram assinalados pela arbitragem. “Foram dois pênaltis. Um foi legítimo e outro foi dúvida”.



A polêmica ficou ainda maior porque durante o Campeonato Paulista no clássico entre Corinthians em São Paulo, na primeira partida da semifinal, Jô tomou cartão amarelo ao tocar no goleiro Renan Ribeiro.

Ele ficaria fora do jogo de volta, mas o zagueiro tricolor Rodrigo Caio avisou à arbitragem que na realidade ele que tinha tocado em seu companheiro. O juiz retirou a punição de Jô, que pôde atuar na partida seguinte e mais adiante foi campeão paulista.

Na ocasião, Jô parabenizou Rodrigo Caio e disse que, se isso acontecesse com ele, iria praticar o fair-play também.


O pai do atacante não tem dúvidas de que se tivesse alguma coisa irregular, Jô avisaria a arbitragem. “Pelo que eu conheço do Jô, se ele colocasse a mão na bola, eu tinha certeza que ele falaria”, falou Dario.

Tânia até se mostrou irritada com o fato de duvidar da índole de Jô. “Eu conheço muito bem o filho que eu tenho, a sua índole, e não deixaria que alguma coisa irregular acontecesse”.

Comemoração

Independente da polêmica, Dario comemorou e muito o gol do filho. “Comemorei bastante, já que o Corinthians estava há três partidas sem vencer. O importante foram os três pontos”.

Tanto Dario quanto Tânia, apesar de o Corinthians abrir dez pontos sobre o Grêmio – 53 contra 43 – ainda não comemoram o título alvinegro.



“A gente tem que comemorar o título só no fim. Tem muita coisa que pode acontecer. Se continuar trabalhando com seriedade é possível”, destacou. Ela até lembrou de algo que aconteceu no passado.

“Em 2005, o Corinthians estava quase caindo e de gol em gol construiu a vitória e foi campeão. Tem que ter pensamento positivo. O Corinthians pode até chegar, mas não vai ser fácil”.

Dario também concorda com a esposa. “Ainda é cedo para comemorar qualquer coisa.. O Corinthians tem partidas difíceis, como os clássicos contra o Cruzeiro, Palmeiras, São Paulo no domingo. Tem muita água pra rolar debaixo da ponte”, lembrou.

Fonte: Globoesporte.com


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